Henos Silva - Juventude
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Quanta falsidade!! Papelão do Dep. Jordy...
As duas Caras de Arnaldo Jordy!!!!!
Uma cara de pau lá, outra cara de Pau aqui!
Assistam e tirem as suas próprias conclusões:
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| Em Cima do Carro som, aparecendo para o Povo, CAIU A CASA DEPUTADO!!! CAIU A CASA!!! |
jordy-defende-para-unido.html
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Candidata da UJS pra próxima gestão da UAP.
O congresso da União Acadêmica Paraense, entidade que tem seu DNA marcado pela defesa da democracia, da luta contra a repressão da Ditadura Militar, e que foi reconstruída em 2007, através da unidade do movimento estudantil, irá acontecer nos próximos 04 e 05 dias do mês de junho na Universidade Estadual do Pará – UEPA, no campus do CCSE, no Bairro do Telégrafo!
Para o Movimento Transformar o Sonho em realidade, e chegada a hora de intensificar as mobilizações nas universidades! Realizar grandes eleições, eleger o maior numero de delegados possíveis no estado inteiro, e protagonizar o desafio de construir o maior congresso de estudantes do Pará! O momento agora de acordo com Pedro Fonteles, atual presidente da UAP, é de contagiar a juventude Paraense!
Tamara Figueiredo, recebeu com muita alegria a indicação para disputar a presidência e completamente ciente da responsabilidade que terá, em suas palavras: A atual gestão da UAP está de parabéns! Foi combativa e representativa para todos nos estudantes! Foram várias assembléias, debates, e manifestações de massa! E por isso, sei que o desafio é enorme, na gestão que iniciará teremos muitas lutas a serem travadas e mais uma vez não ficaremos parados e nem calados diante dos desafios colocados para o próximo período ao movimento estudantil! Postado por Pedro Fonteles
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Igreja Assembleia de Deus recebe homenagem pelos 100 anos de existência
parabenizou a Igreja e seu presidente, pastor Samuel Câmara pelo trabalho de evangelização e pela participação política e cultural. |
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Dilma promete valorização da Educação no combate à miséria
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| Sex, 11/02/11 09h03 | |
Em pronunciamento, a presidenta ressaltou a importância das melhorias no ensino público e anunciou primeiras ações do governo.Na noite da última quinta-feira, 10 de fevereiro, a presidenta Dilma Rousseff fez seu primeiro pronunciamento no cargo tratando das ações do governo federal na Educação. Segundo Dilma, o combate à miséria passa necessariamente pelo desenvolvimento do setor e, dessa maneira, sua gestão irá privilegiar programas de ampliação do acesso ao ensino público, bem como as melhorias estruturais e a valorização dos profissionais. “Nenhuma área pode unir melhor a sociedade que a Educação. Nenhuma ferramenta é mais decisiva do que ela para superarmos a pobreza e a miséria. Nenhum espaço pode realizar melhor o presente e projetar com mais esperança o futuro do que uma sala de aula bem equipada, onde professores possam ensinar bem e alunos possam aprender cada vez melhor. É nesse caminho que temos que seguir avançando com passos largos”, declarou Dilma. A presidenta também assumiu compromisso com a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, a fim de garantir internet não só nas escolas como também nas casas da população mais pobre e anunciou o lançamento do Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica, o Pronatec, que leva a fórmula do ProUni às escolas técnicas. Ainda na questão da acessibilidade à Educação, Dilma prometeu ampliar vagas nos cursos profissionalizantes, no ensino médio e nas universidades. Sobre as falhas apresentadas no Enem e no Sisu, ela afirmou que o governo está tomando medidas de correção que irão garantir a credibilidade desses instrumentos. Outro ponto relevante mencionado por Dilma diz respeito à valorização dos professores. “O momento é para se investir ainda mais na formação e remuneração de professores, de ampliar o número de creches e pré-escolas em todo o país, de criar condições de estudo e permanência na escola, para superar a evasão e a repetência”. O governo federal aproveitou o pronunciamento para lançar seu novo slogan: “País rico é país sem pobreza”. Ao explicar a frase, Dilma afirmou que “só realizaremos o destino de grandeza do Brasil quando acabarmos com a miséria”. Confira o pronunciamento na íntegra: www.ujs.org.br ou http://www.youtube.com/watch?v=orwrhbd4fxU&feature=player_embedded |
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Entrevista com Mauro L. Hauschild - Presidente do INSS
Entrevista >> Mauro Luciano Hauschild
Órgão que está na linha de frente da administração pública, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) planeja ampliar a rede de atendimento em mais 720 agências nos próximos anos. O plano de expansão vem acompanhado de uma série de medidas de gestão de recursos humanos que têm como meta melhorar a prestação do serviço, acelerar processos e garantir maior segurança a dados e recursos financeiros. O presidente do instituto, Mauro Luciano Hauschild, explica que, em meio a tantos desafios, investir na contratação de pessoal é uma necessidade urgente. Fenômeno que assola quase todo o setor público federal, a autarquia também está envelhecendo. Hauschild afirma que o cenário de médio prazo é preocupante. Estudos preliminares indicam que cerca de 60% do efetivo atual, formado por 33 mil servidores, reunirá condições de se aposentar até o fim de 2013. "Neste momento, temos uma discussão no Ministério do Planejamento solicitando a autorização de 8 mil vagas para técnicos e de 2 mil vagas para analistas. Mas isso vai depender da disponibilidade orçamentária", diz Hauschild. A seguir, os principais trechos da entrevista.
No passado, o INSS ganhou fama por filas, gestão ruim e desperdícios. O cidadão apagou essa imagem da memória?
Tenho certeza. Houve mudanças consideráveis. Hoje, o sistema de monitoramento da rede de atendimento consegue identificar quem são as pessoas dentro da agência, por quanto tempo estão esperando, que serviços estão recebendo e quem vai atendê-las. Nessa área de gerenciamento, o sistema é de vanguarda. Não conheço nenhum sistema que tenha esse nível de detalhamento na qualidade da informação que o atendimento da Previdência Social tem.
É possível melhorar?
Acho que uma das medidas é a expansão da rede. Já estão em execução muitas obras que devem levar até o fim de 2013, no máximo, à criação de mais 720 agências. Levaremos mais serviços a mais cidades.
Esse crescimento tem como alvo os grandes centros ou o interior?
A expansão está muito mais direcionada a cidades menores, na medida em que o projeto é atender localidades com mais de 20 mil habitantes que ainda não tenham agências. Mas há a preocupação em remodelar as já existentes nos grandes centros para também melhorar a qualidade do atendimento.
Os críticos dizem que as filas que antes eram vistas na porta das agências agora estão na internet, com os agendamentos?
Naturalmente, não temos um agendamento feito em um dia e o atendimento feito no outro. Isso precisa melhorar. Mas, se considerarmos que as pessoas levam, em média, 15 dias entre a data do agendamento e a do atendimento, a situação não é ruim. O gerenciamento que temos nos permite fazer remanejamentos de servidores e diminuir o tempo da solicitação e do atendimento.
O que tem sido feito para combater desvios e fraudes?
Não podemos achar que sempre vamos ter inteligência suficiente para impedir qualquer tipo de tentativa de fraudar o sistema. Mas, na medida em que investimos em tecnologia e modernização, criando modelos de monitoramento, tudo melhora. Um novo sistema, que está começando a entrar no ar, avisa quando ocorre alguma anomalia, uma atipicidade. Aí, temos como ir na base decadastros e identificar a pessoa. São medidas de controle com base em aperfeiçoamento de sistemas. Claro que continuamos com ações internas com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal. A nossa auditoria está fazendo um trabalho muito importante, assim como a corregedoria. A qualidade e a honestidade dos nossos servidores são o padrão, mas a corregedoria tem um papel importante, apurando indícios e minimizando as fraudes. As coisas estão encaminhadas, o que não quer dizer que estamos absolutamente livres de problemas: sempre vai haver pessoas atentando contra o sistema.
O órgão contratou muitos funcionários nos últimos anos, mas ainda há problemas graves na área de pessoal. Quais as perspectivas?
Precisamos melhorar a gestão e a ampliação do quadro de peritos médicos. Temos um pedido junto ao Ministério do Planejamento para a autorização de 500 nomeações. Temos também um projeto de lei no Senado, no qual são criadas 500 vagas. Com isso e a gestão adequada, conseguiremos realizar o serviço com ainda mais qualidade. Com relação aos servidores técnico-administrativos, temos uma carência. Há a necessidade do incremento do quadro em função da expansão da rede. Além disso, temos uma preocupação mais reveladora: 7 mil servidores poderiam se aposentar já. E ainda há estudos preliminares que indicam que mais de 60% do nosso quadro atual de 33 mil servidores, até o fim de 2013, teriam requisitos de aposentadoria preenchidos. Neste momento, temos uma discussão no Ministério do Planejamento solicitando a autorização de 8 mil vagas para técnicos e de 2 mil vagas para analistas. Mas isso vai depender da disponibilidade orçamentária.
Como tem sido a aceitação dos servidores de ferramentas que privilegiam o desempenho e o cumprimento de metas?
Temos um plano de ação, a partir de um planejamento estratégico que foi feito de 2010 a 2015, no qual foram definidos 11 indicadores, vinculados ao pagamento da gratificação (quase 70% da remuneração). Esses indicadores surgiram de um termo de compromisso pactuado da Presidência até a instância mais na ponta, nas agências. Todo mundo se reuniu para definir suas metas. É um termo de compromisso de toda a casa. Esse tipo de compromisso não é qualquer instituição que consegue firmar.
O sistema está saudável?
Considerando apenas o regime de contribuição urbano, tivemos superavit durante nove meses do ano passado. A aposentadoria rural, que é uma política pública definida pelo constituinte de 1988, tem arrecadação muito pequena diante do custo. Mas é uma política pública, que a gente precisa avaliar em um espectro maior.
Há quem diga que o melhor seria separar da conta total esse benefício assistencial pago ao trabalhador rural para dar maior transparência?
Essa é uma questão que depende de uma política de governo e esbarra na Constituição. Em tese, pode-se falar muitas coisas. Mas, na prática, precisaríamos, inicialmente, fazer uma discussão de uma alteração constitucional, o que seria um debate bastante longo.
A solidez do sistema de pensões e aposentadorias está muito ligadaao crescimento econômico do país. Quanto mais trabalhadores formais, melhor para o INSS. É o que garante a sustentabilidade da Previdência?
É uma das formas de incremento das receitas. Mas, mais do que a questão arrecadatória, a preocupação maior é garantir cobertura. As discussões relativas sobre se isso vai garantir a sobrevivência do sistema só vamos conseguir avaliar em um intervalo de tempo maior. Mas temos as preocupações, por exemplo, do envelhecimento da população, do aumento da expectativa de vida. São fatores que vamos ter de começar a avaliar, mas isso depende de uma iniciativa de governo que, em um momento próprio e adequado, deverá ser discutida.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Juventude e desenvolvimento
Juventude e desenvolvimento: uma nova agenda para um novo tempo
Por meio da criação de Secretarias Especiais, aprovação de leis, implementação de programas governamentais, instalação e fortalecimento de conselhos e realização de conferências, temas como direitos humanos, diversidade sexual, juventude, pessoas com deficiência, igualdade racial e mulheres tornaram-se objeto de políticas públicas, demonstrando que era possível avançar na democratização do Estado, incorporando as demandas por direitos de parcelas significativas da sociedade brasileira.
De uma maneira geral as políticas públicas voltadas para estes segmentos priorizaram ações voltadas ao enfrentamento de situações de extrema vulnerabilidade social a que estavam submetidos estes grupos. Violência contra a mulher, acessibilidade, cotas raciais, combate a homofobia e inclusão social de jovens, só para citar alguns temas, felizmente ganharam destaque no debate público e nas ações de governo.
Tais prioridades são compreensíveis e tornam-se ainda necessárias se considerarmos o abismo social existente no Brasil em 2003 e que ¾ mesmo com grandes avanços nos último anos ¾ ainda é uma realidade. Não é mera coincidência que uma das prioridades do Presidente Lula em 2003 foi o combate à fome e um dos principais compromissos da presidente eleita, é a erradicação da miséria; dois estágios diferentes da luta contra as desigualdades sociais.
Talvez tenha sido a combinação entre inclusão e mobilidade social o fator determinante para que a maioria da população brasileira apostasse na continuidade do projeto iniciado por Lula, elegendo Dilma Rousseff para a Presidência da República. Em oito anos, 24 milhões de brasileiros saíram da pobreza e 36 milhões ascenderam a classe média. Tal situação está inserida em um ambiente economicamente favorável, de fortalecimento da democracia e de surgimento de oportunidades que permitem o país planejar o seu futuro.
Afinal de contas, a economia em crescimento, um inegável processo de distribuição de renda, as riquezas que podemos extrair com petróleo na camada pré-sal, as possibilidades de melhorias do espaço urbano que poderão ficar como legado da Copa do Mundo e das Olimpíadas, o ambiente de liberdades democráticas e participação popular não são a projeção de um futuro idealizado, são elementos da nossa realidade e fruto de uma ação consciente das forças políticas que lideraram o Brasil nos último oito anos e que conquistaram nas urnas o direito de seguir liderando nos próximos quatro anos.
E é exatamente no contexto de um novo ciclo político que se desenvolverá a partir de 2011, que devemos analisar a necessidade da afirmação de um novo paradigma para as políticas públicas de juventude. É indispensável a continuidade de ações que visem o enfrentamento de situações de vulnerabilidade social, da mesma maneira que é oportuno um enfoque diferenciado quando pensarmos em políticas para este segmento populacional.
Se no governo Lula iniciativas como o Projovem, Prouni, Pronasci e extensão do benefício do bolsa família para jovens adolescentes foram a expressão de uma política pública fortemente voltada para a inclusão social, no próximo governo, esta visão, que prioriza ações para o desenvolvimento da juventude deve ser ampliada e complementada.
Segundo dados do IBGE e projeções do IPEA, temos hoje a maior população jovem da nossa história em termo absolutos. Algo em torno de 50 milhões de brasileiros e brasileiras entre 15 e 29 anos. Por outro lado temos, neste momento histórico, um número proporcionalmente reduzido de crianças e idosos, em relação a população em idade ativa, o que proporciona uma baixa taxa de dependência econômica. Os especialistas chamam esta situação especial de bônus demográfico.
Ocorre que a partir de 2030 esta tendência se inverterá pois, fruto das decrescentes taxas de natalidade e do aumento da expectativa de vida, teremos cada vez menos pessoas em idade ativa e cada vez mais dependentes especialmente idosos. Ou seja, os próximos 20 anos serão cruciais se quisermos aproveitar este bônus demográfico e explorar cada vez mais o nosso potencial de crescimento.
Por isso que cada ação voltada pra formação educacional e científica, de inclusão econômica e cidadã da juventude hoje, não está simplesmente relacionada aos direitos individuais de uma parcela da população. Tal investimento está umbilicalmente ligado com o desenvolvimento do país. Por isso, mais do que nunca, temos que desenvolver programas em grande escala, sem descuidar da qualidade e de mecanismos de avaliação que incluam os próprios jovens participantes destas políticas e programas.
Podemos aproveitar a força simbólica das políticas públicas de juventude para impulsionar o debate sobre qual modelo de desenvolvimento queremos para o nosso país. Para quem e para que dever ser revertido os frutos deste desenvolvimento, quais formas e métodos de fazer política para viabilizar a construção deste projeto e, acima de tudo, como estas questões podem adquirir um significado para ação coletiva, cotidiana e transformadora para milhões e milhões de jovens brasileiros.
Temos diante nós uma grande oportunidade para afirmar um novo paradigma que aposte na capacidade e no potencial da juventude. Que ao aproveitar este bonus demográfico, integre as políticas públicas para este segmento, com uma estratégia de crescimento econômico ambientalmente sustentável, nos marcos da sociedade do conhecimento, de promoção da justiça social, de valorização da cultura, da extrema necessidade de uma reforma e renovação da política, enfim, que aposte firmemente em uma política de juventude para o desenvolvimento.
fonte: www.une.org.br
Danilo Moreira é historiador, Secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Juventude e foi presidente do Conselho Nacional de Juventude – Conjuve.





