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sábado, 13 de novembro de 2010

Vale a pena ler!!!

Calem a boca, nordestinos!

Por José Barbosa Junior

O que me motivou a escrever este texto foi a celeuma causada na internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter: "Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!".
Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeu a primeira mulher presidentE ou presidentA (sim, fui corrigido por muitos e convencido pelos "amigos" Houaiss e Aurélio) do nosso país.
E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!
Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!
Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?
Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?
Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré, Sergipe nos deu Tobias Barreto e Hermes Fontes e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?
Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos... pasmem... PAULISTAS!!!
E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.
Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.
Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura...
Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Caetano Veloso, Maria Bethania, Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner...
E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia...
Ah! Nordestinos...
Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?
Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dilma: Futuro precisa de cientistas

Dilma: Futuro precisa de cientistas
Por Osvaldo Bertolino

Garantir recursos para investimentos em ciência e tecnologia. Esse foi um dos principais compromissos assumidos pela candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, em ato que reuniu, na sexta-feira (15), mais de duas mil pessoas no auditório da central Força Sindical, no centro da cidade de São Paulo. A multidão era composta basicamente de professores, estudantes, reitores, cientistas e sindicalistas. A candidata informou que uma parte desses recursos virá da exploração do pré-sal. Para ela, essa é uma das importantes reservas brasileiras — fazendo um paralelo com as reservas cambias e a reserva florestal amazônica. O pré-sal, disse Dilma Rousseff, é o passaporte para o futuro, a garantia de desenvolvimento do relevante papel que a Embrapa, o Inpe e a Fiocruz — dentre outros — vêm desempenhado.


A candidata afirmou que, além das condições climáticas favoráveis e da terra fértil, o Brasil dispõe de um avançado sistema de ciência, por meio da Embrapa, para a agricultura. Sobre o Inpe, Dilma Rousseff disse que ele foi determinante para o combate ao desmatamento da Amazônia. Já a Fiocruz, enfatizou, produz remédios que antes eram importados, garantindo melhorias no sistema de saúde do país. Ela lembrou a quebra de patentes de retrovirais no governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva como um sinal de avanço na soberania do país nesse seguimento. A candidata saudou o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Marco Antônio Raupp, ao lembrar que recebera uma carta-proposta de sugestões para o seu governo.

Dilma Rousseff aproveitou o momento para também saudar o premiado pesquisador Miguel Nicolelis. “O Brasil do futuro precisa de cientistas — eles iluminam o país”, disse ela, olhando para Nicolelis. Para a candidata, ele é a prova de que o Brasil pode sim ter grandes cientistas. Em entrevista após o ato, o cientista retribuiu a homenagem dizendo que Dilma Rousseff é a garantia de que a construção de um projeto de nação não será interrompida. “Esta eleição é vital para a História do Brasil e para construção de um projeto de nação. Vai decidir qual vai ser o futuro que o Brasil vai ter para muitas gerações que estão ainda por nascer. É uma proposta que eu, pessoalmente, e muitos dos meus colegas na área científica acham que chegou a hora do Brasil. E não podemos parar o trabalho pela metade. Foi por isso que eu fiz a minha opção de apoiar a candidatura da Dilma Rousseff”, afirmou.

Ainda no palco, a candidata focou sua intervenção na educação — a data, Dia dos Professores, foi lembrada como um momento de reflexão para o futuro do país. Para ela, a educação é o próximo passo para acabar com a desigualdade no Brasil. Com o compromisso de valorização dos professores, com salários dignos, plano de carreira e formação continuada, Dilma defendeu o respeito e o diálogo nas negociações com os trabalhadores da educação. “Acabamos com o sucateamento da educação no Brasil. De nada adianta defender a qualidade da educação sem salário decente, plano de carreira e formação continuada dos professores”, disse. Para ela, nenhum ser humano se move sem estímulo. “É preciso diálogo e estímulo, não cassetetes”, argumentou. Segundo a candidata, a educação vai assegurar que o Brasil dê um salto e alcance o desenvolvimento. “Educação é o valor imaterial que garante que cada brasileiro tenha a oportunidade de melhorar de vida. O Brasil só será uma nação desenvolvida se apostar na educação”, ressaltou.

Convicções pessoais

Dilma Rousseff sublinhou a constituição de uma consistente política de ciência e tecnologia no governo Lula. “Como o Brasil não tem uma cultura de investimentos privados nesse setor, o Estado precisa estar presente”, afirmou. Ao falar do futuro, a candidata, com voz firme, disse que saudava a juventude guerreira da pátria brasileira. Ela registrou que recebera também da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) um manifesto de apoio à sua candidatura. Do mesmo modo, disse, recebera documento idêntico da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) e dos reitores de universidades. Ao registrar o recebimento desses documentos, Dilma Rousseff declarou que eles davam base para se discutir o que realmente interessa ao país. Para ela, essas eleições estão ocorrendo em um clima diferente. Arrancando gargalhadas do público, disse que “nunca antes na história deste país — como diz o nosso querido presidente Lula — uma central de boatos fora montada de forma tão científica, tão organizada”.

Para ela, a direita tentou criar confusão entre a população, incitando o ódio e desrespeitando as diferenças de convicções pessoais e até mesmo o caráter laico do Estado. A candidata arrancou aplausos efusivos ao enfatizar que o respeito a todas as religiões é um princípio democrático que não pode ser violado ao sabor de interesses eleitoreiros. Dilma Rousseff lembrou que o presidente Lula havia passado por algo semelhante em eleições passadas, mas que nessa a virulência atingira um grau inaceitável. Em 2002, disse ela, espalharam que um eventual governo Lula mudaria as cores da bandeira, fecharia igrejas e semearia o caos. “Fomos para as ruas, dissemos que a esperança venceria o medo, ganhamos as eleições e o Brasil hoje é esse país respeitado em todo o mundo, que não está mais de joelhos diante do Fundo Monetário Internacional (FMI)”, discursou.

Programa de governo

Dilma Roussef também delineou as bases do seu programa de governo ao afirmar que governará não para um terço da população, mas para 190 milhões de brasileiros. E uma das prioridades, disse, é o investimento em educação, ciência e tecnologia, para que a juventude tenha garantias de um futuro melhor. Ao mesmo tempo, enfatizou, seu governo terá como prioridade criar condições para a melhoria da vida das crianças e dos idosos, “um governo que olhe para o povo e pensa em como melhorar a vida de cada brasileiro e brasileira”. “A educação é um grande passo para o combate à desigualdade na medida em que ela assegura a igualdade de oportunidades”, afirmou. A candidata destacou ainda o papel de programas sociais como o Bolsa Família, o Prouni, o aumento do salário mínimo, a oferta de crédito barato. “Vamos governar mirando o futuro”, resumiu.

Para ela, nessas eleições existem dois projetos bem distintos, que a central de boatos da direita tenta esconder. “De um lado, está o projeto do respeito aos seres humanos, do desenvolvimento, da democracia. De outro, está o projeto do desemprego, das privatizações, que já governou este país. Nosso povo precisa ter memória. É importante lembrar o passado para pensar o futuro”, comentou. Dilma Rousseff lembrou que foi do representante desse segundo projeto, o candidato José Serra, a iniciativa de tirar da Constituição a interiorização da educação. E que um aliado dele, o DEM, tentou acabar com o Prouni. Segundo a candidata, para o seu governo sobrou a melhor parte — o alicerce do seu governo já está pronto, com as medidas que tiraram 28 milhões de brasileiros da miséria. “Minha meta é, sem a menor dúvida, não perder um dia sequer na tarefa de tirar os outros 21 milhões que ainda estão nessa condição”, disse.

Serra do outro lado

Discursaram no evento também representantes de entidades populares e de segmentos sociais. Marco Aurélio Garcia, coordenador nacional da campanha de Dilma Rpusseff, fez um apelo para que todos se empenhassem nessa reta de chegada para garantir a continuidade da grande obra iniciada com o governo Lula. Ele lembrou que ali estavam as vítimas de Serra, uma alusão à forma repressiva com que o governo do Estado de São Paulo trata os professores. “O momento é de mobilização dos ativistas da continuidade das mudanças pelas quais o país está passando”, enfatizou.

Maria Isabel Noronha, a Bebel, presidente do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo, alertou que as promessas de valorização da categoria e de defesa da educação feitas por Serra na campanha presidencial não passam de “conversa fiada”. “Serra é adversário dos professores. A educação no estado de São Paulo é uma vergonha. Dilma significa avanço. Serra é retrocesso”, afirmou Izabel, lembrando que o governo de São Paulo usou a polícia contra os professores em greve.



Augusto Chagas, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), disse que Serra é inimigo do estudante. Segundo ele, o tucano declarou que a entidade mudou de lado. “Ele é o único ex-presidente da UNE que vem a público falar mal da nossa entidade e insinuou que a UNE mudou de lado. A UNE sempre esteve do lado certo. Ele é que mudou de lado”, disse Augusto Chagas, lembrando que enquanto estudantes e professores apanhavam da polícia, Serra estava atacando as universidades públicas. “Por isso, a nossa decisão de apoiar Dilma”, afirmou. O presidente da UNE encerrou dizendo que o secretário da educação paulista é Paulo Renato, o mesmo que foi ministro da área no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC).

Futuro da juventude

Amaro Lins, da Universidade Federal de Pernambuco, falou em nome dos demais reitores presentes e destacou que o documento entregue a Dilma Rousseff reconhecia os imensos avanços obtidos com o governo Lula. “Reconhecemos que neste governo a ciência foi avaliada como um dos pilares centrais do desenvolvimento”, disse ele, ressaltando que houve contratações de profissionais, melhorias infra-estruturais e ampliação de campis e cursos. Ana Maria Freire, viúva do educador pernambucano Paulo Freire, emocionou o público ao lamentar a campanha que tenta dividir o Brasil e espalhar o ódio. “Se vamos dividir, nós somos os de bem. Serra serve à elite e desserve ao povo. Dilma serve e enobrece o povo”, disse.

Discursaram ainda Paulo Leão, presidente da Contree; Eliane Rocha, representante da Contag; Major Olímpio, deputado estadual (PDT-SP); Rosana Xavier, bolsista do Prouni; e o senador Aloísio Mercadante (PT-SP). O senador disse que o Dia do Professor deveria ser lembrado pelas bombas, cassetetes e repressão dos governos do PSDB. Segundo ele, nem durante a ditadura a polícia invadiu a Universidade de São Paulo (USP) — não violando o princípio da autonomia universitária. Serra, no entanto, passou por cima da democracia e mandou a polícia ocupar a universidade. “O PSDB faz coisas para poucos. E pobre só tem oportunidade com educação. Ao destratar a educação, Serra está condenando a maior parte da juventude a viver sem futuro”, finalizou.


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O vice do Serra, se fosse um índio da Amazônia, ....

Índio da costa já foi alvo de CPI

Indio da Costa (DEM-RJ), foi alvo de uma CPI da Câmara Municipal do Rio de Janeiro em 2006 diz o deputado Brizola Neto (PDT-RJ)

O deputado Indio da Costa (DEM-RJ), escolhido para compor a chapa do candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, foi alvo de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Câmara Municipal do Rio de Janeiro em 2006, lembrou o também deputado Brizola Neto (PDT-RJ) pelo Twitter.

Na ocasião, o democrata era secretário de Administração do então prefeito Cesar Maia. A chamada “CPI da Merenda” investigou denúncias de irregularidades na licitação de R$ 80 milhões, sob responsabilidade de Costa, para a compra de produtos da merenda escolar do município em 2005.

O relatório da CPI foi enviado para o Ministério Público, ao Tribunal de Contas do Município e à Delegacia de Polícia Fazendária. Um inquérito chegou a ser instaurado, mas foi arquivado em 2008.

Após a oficialização de seu nome como vice na chapa de Serra, na última quarta-feira, Costa negou as denúncias e afirmou que o Ministério Público concluiu que não houve irregularidades.

http://www.hnews.com.br/2010/07/indio-da-costa-ja-foi-alvo-de-cpi/ postagem original

Assinado o Pacto pela Juventude no Pará.

Ana Júlia assina Pacto pela Juventude


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A candidata Ana Júlia Carepa (PT), que concorre à reeleição ao governo do Estado pela Frente Popular Acelera Pará, assinou o Pacto pela Juventude elaborado pelo

Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), organização que reúne 67 entidades desse segmento social no Brasil.

A assinatura ocorreu durante um encontro com lideranças da juventude de vários municípios paraenses na noite desta segunda-feira, 13, no Clube Monte Líbano, em Belém. No evento, as entidades consolidaram a indicação de Ana Júlia como a melhor candidatura ao governo do Pará.

“Não queremos o retrocesso, a volta do projeto neoliberal representado pelo PSDB. Vamos eleger um projeto político de transformação social. Indicamos a Ana Júlia como a única candidata que reúne as condições para construir um novo modelo de desenvolvimento no Pará”, anunciou o vice-presidente nacional da UNE, Tiago Ventura.

“O Pará virou a maior referência nacional de política para a juventude com a criação do Bolsa Trabalho e com o melhor desempenho nacional do PróJovem”, destacou o presidente nacional do Conjuve, Danilo Moreira, referindo-se aos programas estadual e federal de capacitação profissional de jovens. Ele também destacou que o presidente Lula foi o primeiro a dar oportunidade para a juventude com a criação do Conselho e da Secretaria Nacional da Juventude.

Cerca de 2 mil jovens esperavam Ana Júlia com bandeiras em punho dos seus candidatos. As lideranças da juventude na Central Única dos Trabalhadores (CUT) e na campanha de Dilma Rousseff (PT) à presidência e o Fórum da Juventude Negra também defenderam a reeleição de Ana Júlia no Pará.

A candidata lembrou que, nesta gestão, criou a Casa da Juventude, que promove atividades ao segmento. Na educação, as vagas nas escolas profissionalizantes foram triplicadas, R$ 16 milhões serão investidos na reforma e ampliação dessas escolas e mais R$ 64 milhões na construção de 11 novas escolas tecnológicas, já em licitação. A Universidade do Estado do Pará (UEPA) foi expandida no interior e teve o orçamento dobrado de R$ 70 milhões para R$ 150 milhões. A educação básica e de ensino médio também foi beneficiada com a reforma de escolas por todo o Estado.

Ana Júlia destacou também que o Navegapará está curso de informática básica e internet gratuitos à juventude, por meio de infocentros e áreas de livre acesso em 42 municípios, ação que inspirou o programa de banda larga do governo federal. Além disso, ela instituiu a meia-passagem intermunicipal aos estudantes, facilitando o acesso à educação.

“Muitos dos compromissos do pacto já comecei a cumprir”, declarou Ana. O pacto reúne propostas nas áreas de saúde, educação, trabalho, cultura, esporte e lazer, política, segurança, moradia, comunicação, participação democrática e acesso ao campo que foram aprovadas por dirigentes de 500 Diretórios Centrais de Estudantes (DCEs) reunidos no Conselho Nacional de Entidades Gerais da UNE, em abril de 2010. A candidata também recebeu o projeto ‘UNE pelo Brasil’, que traz propostas para a melhoria das condições da educação e a garantia de políticas públicas para a juventude.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Lançamento do Programa de Juventude!! É Dilma.

A candidata Dilma Rousseff lançou no último sábado seu Programa de Governo para a Juventude e destacou educação, internet e combate às drogas como pontos prioritários.

Diante de centenas de pessoas da comunidade de Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, e também de militantes das juventudes partidárias, Dilma apresentou no Dia da Juventude com Dilma uma série de propostas que irão nortear seu governo caso seja eleita. Como principais prioridades, a petista elegeu a educação, melhoria do ensino médio, expansão do acesso a universidade e escolas técnicas, emprego, centros de vivência juvenil e praças da juventude.

Dilma afirmou que o jovem é a solução para o Brasil e que o crescimento do país não pode acontecer sem incluir essa parte importante da população, principalmente daqueles que vivem nas áreas mais carentes. “Precisamos de educação para cada um dos jovens. Não queremos que o jovem da favela seja discriminado”.

A UJS também marcou presença no ato e, segundo o presidente da entidade, André Tokarski (na foto, com Dilma), esse programa de governo consolida o protagonismo da juventude no processo eleitoral. “Tivemos inúmeros avanços no Governo Lula, mas a dívida social que o Brasil tem com a educação é enorme. Apenas 12 % da juventude tem acesso a universidades. Os desafios do governo serão a expansão do acesso à universidade e às escolas técnicas federais”.

Além do compromisso com a Educação, Dilma pretende implantar no país o acesso à banda larga nos moldes do programa Luz para Todos, que levou energia elétrica até as regiões mais afastadas dos grandes centros. Ela também mencionou o combate às drogas, principalmente ao crack, com a criação de clínicas de recuperação e o reforço às campanhas de conscientização.

No próximo dia 13, a #ondavermelha

Dilma Rousseff aproveitou seu discurso na Cidade de Deus para lembrar toda a militância que no próximo 13 de agosto, sexta-feira, é dia de sair às ruas com as cores de sua campanha e disseminar a Onda Vermelha. Vestir sua camisa, hastear sua bandeira e usar no Twitter a hashtag #ondavermelha é uma das inúmeras formas de demonstrar o apoio à candidatura que simboliza a continuidade dos processos de mudança no Brasil.

Com informações do Portal Vermelho.

sábado, 31 de julho de 2010

Novidade!! Estágio para alunos do ProUni.

Bolsistas do ProUni podem ter vaga garantida em estágio

31/07/2010, Postado por galeradadilma

Além de cursar uma faculdade com a ajuda de bolsas do Governo Federal os beneficiários do Programa Universidade para Todos (ProUni) poderão ter preferência nas vagas de estágio em instituições bancárias. A estimativa é de que cerca de 600 bolsistas comecem a trabalhar já no primeiro ano da iniciativa.

O acordo foi concretizado na última quarta-feira, 28/7, por meio de um convênio entre o Ministério da Educação (MEC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que disponibilizará uma cota de 10% nas vagas de estágio nos bancos públicos para estudantes bolsistas do ProUni.

Por enquanto, não foram estipulados quais cursos de graduação vinculados ao ProUni poderão concorrer a essas vagas. Ou seja, todas as áreas profissionais participarão da cota estipulada pela Febraban.

O convênio passa a valer a partir do dia 2 de agosto, quando está prevista a publicação no Diário Oficial da União (DOU). Depois, estima-se um prazo de dois meses para que os estudantes possam concorrer as vagas de estágio. O processo seletivo será feito por um grupo de trabalho que será formado em agosto.

Desempenho – Os alunos do ProUni estão entre os estudantes universitários que mais se destacam durante a vida acadêmica.


sexta-feira, 30 de julho de 2010

A JUVENTUDE E AS ELEIÇÕES.

Opinião - Juventude: apatia ou exclusão política?

Danilo Moreira - Historiador, presidente do Conselho Nacional de Juventude
João Marcos Pereira Vidal - Vice-presidente do Conselho Nacional de Juventude


sonobrasilExiste um discurso, recorrente, de que há generalizada alienação política da juventude brasileira, permeada por falta de ideologia e de senso crítico. Assim, os jovens (considera-se jovem pessoa entre 15 e 29 anos) são vistos como passivos e muitas vezes relacionados a ideais consumistas e individualistas. Tal posição normalmente vem associada a uma comparação com a juventude durante o regime militar, entre as décadas de 1960 e 1970. No entanto, essa perspectiva é descontextualizada e genérica.

Prevalece na sociedade um sentimento, por vezes amplificado nos meios de comunicação, de pessimismo e ceticismo quanto à atual participação política juvenil. Ações protagonizadas por jovens ganham mais repercussão quando ligadas a atos de violência ou marginalidade e inúmeras expressões positivas da sua participação são ignoradas, criando visão parcial da realidade na chamada opinião pública.

Também na contramão do que se podia imaginar, em Brasília, mesmo após um escândalo de corrupção que resultou no afastamento do governador e na cassação de vários deputados, o número de eleitores entre 16 e 17 anos que retirou título aumentou em 128% entre 2009 e 2010.

Analisando os dados nacionais recentemente divulgados pelo TSE, que apontam queda de 6,8% número de eleitores entre 16 e 17 anos, quando fazemos a comparação entre as duas últimas eleições presidenciais (2006-2010), tal dado não poderia ser tratado com tanto alarmismo. Se, por um lado, em números absolutos, temos a maior geração de jovens em números da história, por outro, experimentamos mudança em nossa pirâmide demográfica com a redução das taxas de natalidade e consequente redução da população jovem. Segundo dados do Ipea, o percentual da população entre 15 e 29 anos reduziu-se de 29%, em 1980, para 26%, em 2010, e, seguindo essa tendência, representará 19% do total de brasileiros em 2050.

É importante percebermos que, pari passu ao avanço da democracia no Brasil, constituiu-se uma juventude multifacetada, atuando em diferentes esferas da sociedade, aliando o compromisso com as grandes questões nacionais a bandeiras políticas próprias e multicoloridas. Percebemos o reflexo dessa atuação em canais de democracia participativa, como o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que é composto por 20 membros do poder público e outros 40 da sociedade civil, e na Conferência Nacional de Juventude promovida por esse Conselho em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude.

No Conjuve, em funcionamento desde 2005, além da importante representação das organizações estudantis, estão presentes diversas outras formas de associativismo juvenil contemplando temas como mulheres, negros, empresários, indígenas, religiosidade, trabalhadores rurais e urbanos, livre orientação sexual, jovens com deficiência, partidos políticos, hip-hop, ambientalistas e cultura. Em 2008, essa diversidade pôde mostrar sua força na 1ª Conferência Nacional de Juventude, que contou mais de 400 mil participantes em todo país. Tais evidências deveriam ser consideradas antes de afirmarmos que participação juvenil é produto exclusivo de década passadas.

Foi esse emergente campo político que assegurou no último dia 7 de julho a aprovação da PEC da Juventude, hoje Emenda Constitucional nº 65, reconhecendo esse segmento como sujeito de direitos em nossa Carta Magna. A aprovação unânime da matéria na Câmara e o no Senado, foi alcançada graças a uma legitimidade construída nos últimos cino anos, a um corpo a corpo com parlamentares e uma ampla e inovadora mobilização via Twitter. que mostraram a força de uma diferente forma de manifestação. Olhar para o jovem de hoje, com o mesmo olhar da década de 60 e 70, não é mais possível.

Entretanto, uma coisa é certa: o espaço ocupado pela juventude na esfera de poder eletiva ainda é muito reduzido. Do universo de 136 milhões de eleitores registrados pelo TSE, 30% é composto por jovens até 29 anos. No entanto, desde a redemocratização do Brasil nunca passou de 3% o número de jovens deputados federais. Esses são os números da exclusão política da juventude e um evidente sinal do longo caminho que a nossa democracia representativa precisa percorrer. Talvez seja esse um dos temas da uma necessária reforma política, mais uma vez assumida como prioridade pelos principais postulantes à Presidência da República. E, por que não dizer, um tema a ser aprofundado nas pautas do nosso jornalismo e em campanhas de utilidade pública, que os meios de comunicação podem permanentemente promover para o bem da juventude, da democracia e do Brasil.



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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Carta do 3º Congresso UJR apoiando Dilma para Presidente!!

UJR apoia Dilma para Presidente!!

Ser jovem é ser revolucionário

Carta da Juventude revolucionária .


Jovens comunistas, revolucionários, rebeldes, anti-imperialistas e antifascistas de diversas partes do Brasil, nos reunimos na cidade de Belo Horizonte durante o mês de Julho para realizar o vitorioso 3º Congresso da União da Juventude Rebelião – UJR. Plenos de energia revolucionária e decididos a dedicar nossas vidas para pôr fim à exploração do imperialismo-capitalista sobre o planeta e sobre nosso país, reafirmamos a necessidade urgente de uma revolução para construir uma nova sociedade, livre da exploração do homem pelo homem, a sociedade socialista.

Refletimos também, durante os dias do nosso congresso, acerca da grave crise econômica que vive todo o mundo capitalista nos dias atuais. Essa é uma crise da fase imperialista caracterizada pela dominação dos monopólios e do capital financeiro e pela superexploração dos trabalhadores, o que resulta no empobrecimento do povo e, consequentemente, nas crises de superprodução.

Os capitalistas de todos os países querem jogar as conseqüências dessa crise sobre as costas dos trabalhadores e da juventude, aumentando o desemprego, a fome e a retirada de direitos. Segundo a Organização das Nações Unidas, já são mais de 1 bilhão de seres humanos que passam fome e o número de desempregados cresce a cada mês. Como a conseqüência mais nefasta dessa crise, a guerra imperialista se aprofunda. O genocídio contra os povos da Palestina, do Iraque e do Afeganistão é cada dia mais cruel. O imperialismo, tendo à cabeça os EUA, quer invadir ainda o Irã, a República Democrática da Coréia e a Venezuela.

Essa grave situação internacional faz sentir seus efeitos também no nosso continente latino-americano. A instalação de sete bases militares estadunidenses na Colômbia, a reativação da 4º frota naval no Atlântico, o golpe contra Honduras patrocinado pelos EUA, a atitude do governo colombiano de fustigar de maneira agressiva o povo da Venezuela, além do criminoso bloqueio a Cuba, são reflexos do aumento das tensões e da agressividade do imperialismo.

Aqui reunidos, decidimos mobilizar toda a juventude para que os ricos paguem pela crise e decidimos também lutar contra as guerras imperialistas.

No Brasil, podemos observar que as contradições próprias do momento de crise se manifestam no processo de eleições oficiais que está atualmente em curso. A classe dominante necessita do aprofundamento da exploração dos trabalhadores e do controle total sobre os recursos naturais brasileiros. Por isso, lançou seu candidato, José Serra, apoiado pelos partidos mais reacionários do país: o PSDB e o DEM.

A eleição de Serra significaria um grande retrocesso para os trabalhadores. Serra já demonstrou inúmeras vezes que é porta-voz das políticas mais repressoras, privatistas e reacionárias. Quando governador do estado de São Paulo, Serra tratou todos os movimentos sociais com polícia e repressão e nunca com diálogo. Assim foi contra os estudantes e funcionários da USP, contra os professores da rede estadual e até contra os policiais civis em greve. Na arena internacional, uma eleição de Serra seria ainda pior. Serra defende a derrubada dos governos progressistas da Venezuela, de Cuba e da Bolívia e é o candidato preferido do imperialismo estadunidense. Dessa maneira, decidimos realizar durante os próximos meses uma ampla campanha de denúncias e mobilizações que desmascare e derrote Serra, o PSDB e o DEM nessas eleições, e indicar o voto em Dilma Rousseff, por ser ela a única candidata em condições de vencer Serra.

Ainda que pese que o processo de eleições oficiais no Brasil esteja profundamente viciado, dominado pelo poder financeiro, e que quase todos os candidatos façam campanhas milionárias com o patrocínio de bancos e monopólios, é necessária a nossa participação para desmascarar a democracia burguesa e fazer avançar a consciência do povo. É por essa razão que o conteúdo da nossa campanha durante o processo eleitoral deve ser o da denúncia contundente do capitalismo e o da ampla propaganda do Socialismo e do Poder Popular como única saída para a real solução dos problemas do povo. É por essa razão, também, que participaremos de maneira enérgica das candidaturas lançadas pelo Partido Comunista Revolucionário: Indira Xavier (Alagoas), Tiago Santos (Pernambuco), Emerson Lira (Paraíba), Fernanda Lopes (Pará) e Sérgio Miranda (Minas Gerais), realizando a campanha de maneira revolucionária nas escolas, universidades, bairros e fábricas.

Nosso posicionamento durante o atual período eleitoral deve significar um aprofundamento da linha política que vínhamos aplicando, ou seja, a de realizar de maneira profunda e radical a luta cotidiana pelos direitos da juventude e do povo. Realizaremos uma grande jornada nacional de lutas no mês de Agosto, que denunciará o corte de verbas na educação, o pagamento da dívida pública, a privatização dos recursos naturais, a falta de vagas nas universidades e a ausência de direitos para a juventude e os estudantes. A essas bandeiras devemos somar a campanha de libertação de Marcelo Rivera, presidente da Federação dos Estudantes Universitários do Equador - FEUE.

Nosso congresso também teve o mérito de debater e deliberar acerca dos temas de organização, do trabalho de agitação e propaganda, da construção material e vários outros constantes das teses aprovadas. Estamos convictos que o debate e o esforço coletivos permitem um novo salto de qualidade para a União da Juventude Rebelião no próximo período, vencendo as limitações que se colocam a nossa frente.

O 3° Congresso também representou um importante espaço de formação e afirmação ideológica do conjunto dos militantes presentes. Reafirmamos aqui nosso compromisso em seguir empunhando bem alto o estandarte dos nossos heróis que caíram em combate para livrar o Brasil de ditaduras fascistas e o mundo do imperialismo-capitalista. Seguiremos todos os dias o caminho e o exemplo de Manoel Lisboa, Amaro Luiz de Carvalho, Manoel Aleixo, Emanuel Bezerra, Amaro Félix, estes dirigentes do Partido Comunista Revolucionário, assassinados pela ditadura militar, e de Iara Iavelberg, Olga Benário e tantos outros que deram suas vidas para libertar nosso povo.

O comandante Ernesto Che Guevara, guerrilheiro heróico, afirmou: “Ser jovem é ser revolucionário”. A União da Juventude Rebelião – UJR é a organização da juventude brasileira que busca unir os jovens de maneira eficaz. A UJR é a organização dos que não renunciaram à tarefa de travar o embate ideológico no seio da juventude. A UJR vem provando ao longo dos seus 15 anos de história que, ao contrário do que dizem os meios de comunicação burgueses e também dizem os reformistas, a juventude busca sim ser rebelde, ser consciente e tem muita vontade de lutar. Assim o provam as muitas manifestações, jornadas de luta, ocupações, greves e enfrentamentos que tivemos a oportunidade de participar e incentivar nessa última década e meia.

Sabemos que nossa vitória só poderá ser conseguida através de uma luta em todos os países. Por isso participamos e fortalecemos os Encontros Internacionais da Juventude Anti-imperialista e Antifascista - EIJAA, e conclamamos as juventudes revolucionárias do mundo à unidade nessa mesma luta.

Nesta carta que dirigimos aos jovens, reafirmamos a convicção de que o imperialismo-capitalista está em sua fase final e não pode reservar à humanidade nada mais do que fome, desemprego e guerras. Soou a hora final dos exploradores e capitalistas do mundo. A classe operária pode ter a certeza que contará com a energia revolucionária dos jovens para derrotar a burguesia. Nós somos a geração que fará a revolução! Abaixo o imperialismo! Viva o Socialismo!

Belo Horizonte, Brasil, Julho de 2010.

3º Congresso da União da Juventude Rebelião

domingo, 25 de julho de 2010

Uma breve analise!!

Juventude e eleições Por Titi Alvares

Vivemos tempos de vitórias para a juventude! Há menos de dois meses, foi aprovado no Senado o novo marco regulatório sobre a camada Pré-sal. A campanha da juventude pela destinação de 50% do Fundo Social que será criado a partir da exploração do "Pré-sal" foi incluída na nova regulação.
Agora, o Senado Federal aprovou a PEC da juventude, Projeto 42/08, que emenda a constituição e insere a "juventude" enquanto segmento específico da sociedade, que portanto, necessita de políticas públicas específicas. Esse é um passo primordial para tratarmos de políticas públicas para a juventude em outro patamar. A juventude virou política de Estado, um patrimônio das lutas pelos nossos direitos.
Temos a convicção de que esses direitos são conquistas, fruto de um acúmulo de necessidades e reivindicações da juventude organizada, como a UNE, a Ubes, o Conselho Nacional de Juventude, as juventudes políticas... E sabemos também que temos um ambiente de maior democracia e diálogo com os movimentos sociais, ou seja: os avanços do país têm a cara desses movimentos.
Nosso dever é continuar lutando, sempre por mais avanços, pelo caminho que tem ajudado a juventude a conquistar bandeiras históricas. A juventude tem lado! Estamos do lado das mudanças, do desenvolvimento, de políticas para a juventude, de um continente integrado, de educação, de trabalho. Queremos um novo Brasil que, nesse momento, passa por Dilma Presidente.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Jovem Levante Sua Bandeira!!

Levantar as bandeiras da juventude para avançar nas mudanças e impedir o retrocesso


Por André Tokarski

Estamos na terceira semana oficial da campanha
eleitoral e o tema das eleições já contagia boa
parte do povo e da juventude.
Os primeiros movimentos já deixaram claro que
vivemos uma verdadeira guerra eleitoral, de intensa
disputa e combate.
A juventude brasileira jamais se furtou a um bom
combate e agora não será diferente.

É durante as eleições que a política transita com
mais facilidade no dia a dia do povo. Vira assunto
na escola e no trabalho, dentro de casa e na mesa
do bar. Ao seu próprio modo, os trabalhadores
e trabalhadoras, estudantes, jovens, mulheres,
todos discutem o que pode mudar na sua vida
com o processo eleitoral.

A eleição presidencial de 2010 tem características
únicas, que devem servir para chamar a nossa
atenção para os impactos do seu resultado.
O Brasil vive um ciclo de crescimento
e desenvolvimento não visto há décadas.
Os êxitos obtidos com o Governo Lula
transformaram a vida de milhões
de brasileiros e brasileiras.
Em especial para a juventude, nunca vivemos
um período de tantas conquistas importantes.
Os sonhos da juventude estão se transformando
em realidade e temos a consciência de que
existe espaço para mais avanços.

Nos últimos sete anos, mais de 600 mil estudantes
de baixa renda tiveram acesso ao Prouni.
O REUNI dobrou o número de vagas nas
universidades federais, foram criadas mais de 214
escolas técnicas federais . O Projovem beneficiou
milhares de jovens com bolsas remuneradas para
incentivando a volta à escola e a formação profissional.
O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve)
é um espaço de debate e formulação de
propostas com a participação organizada da juventude.
E há duas semanas escrevemos o nome da juventude
brasileira na Constituição da República.

A UJS tem propostas e compromissos com o Brasil,
toda a sua militância deve se empenhar de corpo
e alma na campanha eleitoral, apresentado suas
propostas e mobilizando a juventude.

Devemos atuar em duas frentes:

1- denunciar com veemência o risco do retrocesso
que viveria o nosso país com a eleição de Serra.
Volta das privatizações, do desemprego e da
marginalização da juventude.
2- Apresentar nossas bandeiras e propostas:
reconhecimento da juventude como agente
estratégico do novo projeto nacional de
desenvolvimento, criação do Sistema
Nacional de Juventude, defesa do 50% do
Fundo Social do Pré-sal para a educação.

É no debate de conteúdo e na comparação
de projetos que vamos conquistar a confiança
da juventude e a mobilização social necessária
para a construção de um projeto de governo
mais ousado , que aprofunde as mudanças
iniciadas com o governo Lula.

Por isso, é tarefa de todo militante da UJS participar
ativamente das eleições, em todos os âmbitos e
espaços, na escola, no trabalho, nas redes sociais,
em casa... Devemos lutar para eleger Dilma,
mais também nos empenharmos com muita
força na eleição de Governadores, Senadores,
Deputados Federais e Estaduais comprometidos
com as bandeiras da UJS e da juventude.

Vamos à luta!

André Tokarski é presidente da UJS.

POLÍTICAS PUBLICAS DE JUVENTUDE NO PARÁ


POLÍTICAS PUBLICAS DE JUVENTUDE NO PARÁ – 1º PARTE

O conselho de juventude do Estado do Pará encerra suas atividades e se prepara para realizar as eleições das cadeiras dos conselheiros da sociedade civil, nesse período que estivemos conduzindo o COJUEPA em conjunto com os demais Conselheiros pudemos ter vários aprendizados e experiências.

Construir a gestão do conselho foi um desafio e muito mais conhecer e entender a juventude paraense através de suas referências biológicas, psicológicas, econômicas, sociais e culturais.

Podemos dizer que as ppj´s em nosso pais são novas e elas possuem algumas passagens históricas como a obrigatoriedade da disciplina moral e cívica na era Vargas,as mobilizações em defesa da democracia e da infância e adolescência nos anos 80, culminando com a constituição de 88, o eca em 91. Temos também na década de 90 o rigor dos anos neoliberais, em que as políticas públicas tinham suas referencias na tentativa de enquadrar moralmente a juventude para manter a “ordem social”.

Com a eleição do presidente Lula inaugura-se outro olhar sobre a juventude, com a criação da Secretaria e do Conselho Nacional da Juventude que unificam e articulam nacionalmente as políticas de juventude do Governo Federal.

No Pará tivemos muitos anos de descaso com a juventude e esta sendo tratada como caso de policia.

As conquistas que a juventude paraense possui, foram frutos de muita mobilização e participação política desta juventude, exemplo a meia passagem que beneficia os estudantes da região metropolina desde a década de 90.

A juventude no Governo Popular de Ana Julia

A Governadora recebe o governo com o desafio de fazer do Pará uma terra de Direitos e cria diversos programas, alguns com premiação nacional, como o Bolsa Trabalho, como dizemos os programas e projetos são inúmeros vamos a eles: Protejo (parceria com o Governo federal) na SEJUDH; Bolsa Trabalho na SETER; Projovem (parceria com o Governo federal) na casa civil; Procampo na Casa Civil; Pair na SEJUDH; Escola de Portas Abertas na SEDUC; Editais de Cultura na Secult; Bolsa Talento na SEEL; Esporte é 10 na SEEL; Ifocentros; Casa da Juventude; meia passagem intermunicipal entre outros;

A governadora nomeia ainda o Conselho de Juventude do Estado e cria uma Coordenadoria de juventude ligada a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos, mantém dialogo e apoio as juventudes organizadas em seus eventos e demandas. Podemos dizer que aos poucos, mas a milhas de gestões anteriores, as Políticas Publicas de Juventude no Pará vão se consolidando, também é verdade afirmar, em nossa opinião, que o Governo que hora se encerra possui alguns desafios a serem superados para que se busque consolidar políticas de Estado como é o desejo da Governadora.

Desafios que apresentamos

1- Buscar unificar as políticas de juventude do Estado em um único Órgão, com empoderamento, autoridade e recursos financeiros (este não precisa ser exclusivamente o executor mais o articulador);

2-Consolidar espaços de participação e monitoramento das ppj´s com as juventudes organizadas e através do Conselho de Juventude do Estado;

3-Ampliar vagas e democratizar o acesso na Universidade do Estado do Pará para jovens negros, índios, camponeses e ribeirinhos com prioridade;

4-Ampliar e consolidar os programas e projetos existentes;

5-Dar atenção as área periféricas e de altos índices de violência com programas socias reforçando a cultura de paz;

6- Reforçar e ampliar as bases de policiamento comunitária, tendo prioridade a questão da inteligência policial e não o uso da força exclusivamente, para combater o trafico de drogas e a violência de vitimiza a juventude;

7-Criar um Plano Estadual de Políticas de Juventude;

8-Criar linhas de créditos para a juventude de baixa renda;

9-integrar jovens de medida sócio - educativa ou egressos do sistema penal nos programas socias existentes;

10-Criar políticas de primeiro emprego para a Juventude;

O conselho

O COJUEPA em seu novo mandato (2010-2012) que deve ser coordenado pela sociedade civil terá um grande desafio, que é de falar para mais gente, chegar na juventude, se empoderar mais, cumprindo assim seu papel em ajudar a transformar o Estado do Pará em um território onde a juventude tenha seus direitos garantidos e onde projetos de mudanças e democráticos possam avançar.

Mailson Lima

Pedagogo formado pela UEPA, pós-graduando em Historia e Cultura afro-brasileira pela UFPA, foi - diretor da UNE, Presidente Estadual e membro da direção nacional da UJS, Servidor da SEEL, Preside a gestão cessante do Conselho de Juventude do Estado do Pará.