Por André Tokarski
Estamos na terceira semana oficial da campanha
eleitoral e o tema das eleições já contagia boa
parte do povo e da juventude.
Os primeiros movimentos já deixaram claro que
vivemos uma verdadeira guerra eleitoral, de intensa
disputa e combate.
A juventude brasileira jamais se furtou a um bom
combate e agora não será diferente.
É durante as eleições que a política transita com
mais facilidade no dia a dia do povo. Vira assunto
na escola e no trabalho, dentro de casa e na mesa
do bar. Ao seu próprio modo, os trabalhadores
e trabalhadoras, estudantes, jovens, mulheres,
todos discutem o que pode mudar na sua vida
com o processo eleitoral.
A eleição presidencial de 2010 tem características
únicas, que devem servir para chamar a nossa
atenção para os impactos do seu resultado.
O Brasil vive um ciclo de crescimento
e desenvolvimento não visto há décadas.
Os êxitos obtidos com o Governo Lula
transformaram a vida de milhões
de brasileiros e brasileiras.
Em especial para a juventude, nunca vivemos
um período de tantas conquistas importantes.
Os sonhos da juventude estão se transformando
em realidade e temos a consciência de que
existe espaço para mais avanços.
Nos últimos sete anos, mais de 600 mil estudantes
de baixa renda tiveram acesso ao Prouni.
O REUNI dobrou o número de vagas nas
universidades federais, foram criadas mais de 214
escolas técnicas federais . O Projovem beneficiou
milhares de jovens com bolsas remuneradas para
incentivando a volta à escola e a formação profissional.
O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve)
é um espaço de debate e formulação de
propostas com a participação organizada da juventude.
E há duas semanas escrevemos o nome da juventude
brasileira na Constituição da República.
A UJS tem propostas e compromissos com o Brasil,
toda a sua militância deve se empenhar de corpo
e alma na campanha eleitoral, apresentado suas
propostas e mobilizando a juventude.
Devemos atuar em duas frentes:
1- denunciar com veemência o risco do retrocesso
que viveria o nosso país com a eleição de Serra.
Volta das privatizações, do desemprego e da
marginalização da juventude.
2- Apresentar nossas bandeiras e propostas:
reconhecimento da juventude como agente
estratégico do novo projeto nacional de
desenvolvimento, criação do Sistema
Nacional de Juventude, defesa do 50% do
Fundo Social do Pré-sal para a educação.
É no debate de conteúdo e na comparação
de projetos que vamos conquistar a confiança
da juventude e a mobilização social necessária
para a construção de um projeto de governo
mais ousado , que aprofunde as mudanças
iniciadas com o governo Lula.
Por isso, é tarefa de todo militante da UJS participar
ativamente das eleições, em todos os âmbitos e
espaços, na escola, no trabalho, nas redes sociais,
em casa... Devemos lutar para eleger Dilma,
mais também nos empenharmos com muita
força na eleição de Governadores, Senadores,
Deputados Federais e Estaduais comprometidos
com as bandeiras da UJS e da juventude.
Vamos à luta!